sábado, 21 de janeiro de 2012

Feliz Aniversário, Mizuki Nana!!!

Olá pessoas, como estão?
AEAEAEAEAEAE CHEGOU O DIA DO SURTO! Sim amigos, hoje é dia 21 de janeiro e hoje é ANIVERSÁRIO DA MIZUKI NANA!!! Hoje a Nana faz 32 anos de idade e é claro, como todos os anos, é necessário um post no Mithril para parabenizar esta pessoa tão perfeita. Hoje irei fazer uma retrospectiva do que a deusa fez desde o último post de aniversário que eu fiz, ano passado, quando ela fez 31 anos. 2011 foi um ano incrível para a deusa e vou contar aqui um pouco de como é ser fã vivendo no limite do surto dessa linda.

Quando eu fiz o post do ano passado nem se passava pela minha cabeça que 2011 seria um ano tão bom. A Nana começou o ano fazendo um Live totalmente orquestrado (LIVE GRACE) e lançando sua autobiografia, Shin Ai. Pouco depois do LIVE GRACE a Nana anunciou que faria a sua primeira turnê nacional no meio do ano, o que me deixou em dúvidas sobre o que ela estaria preparando para o final de 2011. O engraçado é que vendo o post que fiz sobre a turnê nacional, eu fiquei meio chateado vendo que ela não faria um show em Dome no meio do ano, e até citei o Tokyo Dome como um possível destino para a Nana ainda em 2011. Quem lê o Mithril desde o começo e me conhece, sabe que eu sempre acreditei que ela tinha total potencial para se apresentar no maior templo da música japonesa. Pois bem, em Abril de 2011 a Nana lançou dois singlês simultâneos, que juntos deram mais um recorde para essa linda, fazendo com que ela se tornasse uma das únicas cantoras a ter dois singles ao mesmo tempo no Top 3 da Oricon. SCARLET KNIGHT, o 23º foi tema do anime DOG DAYS, que terá segunda temporada em 2012 (e provavelmente acompanhado de mais um single da Nana). POP MASTER foi um single que não teve PV por causa dos desastres que aconteceram no Japão em março do último ano. Ainda assim, acreditei que ela lançaria o PV de POP MASTER mais tarde, o que realmente aconteceu.

Ainda em Abril a Fuji TV começou a exibir documentário em quatro episódios, 1 episódio por mês, sobre a carreira da Nana e como a mesma estava se preparando para a sua primeira grande turnê nacional. Chega maio, vem o anuncio de mais um Single, JUNKETSU PARADOX, tema do anime Blood-C que estreou em julho e que teve a Nana como dubladora da personagem principal, Saya Otonashi. JUNKETSU PARADOX foi o single da Nana que mais vendeu em 2011, chegando perto das 60.000 cópias.

Final de julho, ultimo show da turnê nacional da Mizuki Nana e na ocasião seria feito o maior anuncio do ano para a cantora. A Nana-chan finalmente iria se apresentar no maior estádio para concerto do Japão e considerado o tempo da música nipônica, o TOKYO DOME.
Em outubro veio o lançamento do DVD e do Blu-ray do LIVE GRACE. Tenho um carinho muito especial por este Live, pois além de ter sido algo inacreditavelmente lindo, foi o meu primeiro Blu-ray. Neste mês ela conseguiu mais um marco, foi a primeira artista japonesa a ter dois blu-rays seguidos no topo das paradas.

Novembro chegou e a Nana lançou seu segundo Best Album, THE MUSEUM II, que ganhou a certificação de Disco de Ouro (100.000 cópias vendidas) em poucas semanas. No final de novembro, aliás, fiz um post em forma de retrospectiva de todos os lançamentos da Nana desde 2007.

Dezembro, último mês do ano e para fechar 2011 com chave de ouro os grandes dias chegaram. 3 e 4 de dezembro, 80.000 pessoas no Tokyo Dome lotado para ver a maior seiyuu da história do Japão se apresentar. Assim como as Perfumes, a Nana-chan se emocionou em poder se apresentar no lugar onde ela havia sonhado desde que se tornou uma artista. O LIVE CASTLE, nome dos shows no Tokyo Dome, ainda não foram lançados, mas hoje foi exibido o especial na NHK sobre os shows. Ainda em dezembro, no dia 31, A Nana se apresentou no Kouhaku Uta Gassen pelo terceiro ano seguido terminando assim o melhor ano de sua carreira.

É impossível não ficar feliz em ver que uma artista que você acompanha há mais de 6 anos, que se apresentava em eventos e show de seiyuus chegar ao topo, tendo uma carreira formada e reconhecida pelo público. Tenho muito orgulho de ser fã da Mizuki Nana e mesmo que reclamem, nunca deixarei de acompanhar o seu trabalho. Continuarei difundindo o seu talento para todos a minha volta, seja nas redes sociais, seja aqui no Mithril ou pessoalmente, faço questão que o maior número de pessoas possíveis ouça as músicas dela, veja os seu trabalhos e conheça o seu talento.

PARABÉNS, MIZUKI NANA. SUA LINDA! Espero que 2012 seja um ano AINDA MELHOR para a carreira dessa idol seiyuu cantora tarento que eu gosto tanto <3
VEM GENTE, VAI TER BOLO DE "CURRY"!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Daily Lives of High School Boys #1

Olá pessoas, como estão?
Muitas coisas acontecendo nas internets. Semana de protestos, retaliações, contra-ataques MAS VAMOS FALAR DE UMA COISA MAIS LIGHT? É hora de falar da Iogurter... brinks, vamos falar sobre um anime tão sem noção que me dá total liberdade para começar o post deste jeito. Falo de Daily Lives of High School Boys, um anime que conta a história de três amigos que estudam numa escola só para garotos e que vivem as maiores confusões que até Deus duvida. Assisti os dois primeiros episódios dessa série que é uma adaptação para anime de um mangá homônimo de Yasunobu Yamauchi. A produção do anime ficou a cargo da Sunrise em parceria com a Square Enix, o que nos leva a crer que teremos muito ação, mechas, explosões, mas espera ai, acho que você terá que assistir outra série se quiser ver tais coisas, pois aqui meu amigo, a maluquice dos personagens é muito maior do que qualquer mecha espacial.

Por ser um anime dividido em sketchs, fica extremamente difícil contar sobre a história do mesmo. Basicamente, como falei, temos três manolos: Yoshitake (Kenichi Suzumura), Tadakuni (Miyu Irino) e Hidenori (Tomokazu Sugita). Brothers desde sempre, os três sempre andam juntos e com a liberdade que um tem em conversar com o outro, qualquer idéia que surgir na cabeça dos caras eles vão fazer. Parafraseando o pessoal do Matando Robôs Gigante falando sobre seu amigo Niko Bellic, é só fazer um brainstorm de merda que o cara vai topar. Em Daily Lives of High School Boys é a mesma coisa. Qualquer maluquice que surgir na cabeça da galere eles vão topar, no inicio com receio, mas achando o feelings certo pode ter certeza que as situações que Yoshitake, Tadakuni e Hidenori irão se meter rendem boas risadas.

Uma das coisas que eu mais gostei em Daily Lives é a capacidade que os personagens tem de zoar a própria série, como o fato de no primeiro episódio eles se lamentaremde não ter conseguido fazer o encerramento do anime a tempo da estréia e que por causa disso só iríamos assisti-lo a partir do segundo episódio. Se não bastasse isso, eles ainda tiram um barato com o fato da Square e a Sunrise serem produtoras do anime e ele exatamente não ter mecha nenhum. Gosto de animes onde o staff tem essa liberdade para criação, pois isso deixa a série muito mais divertida sem se prender a roteiros que todos já conhecemos. Você começa assistindo o episódio de uma forma e no final ele já está de outra forma completamente diferente, é muita loucura. Não sei se o fato de ter Nichijou no nome (que significa Cotidiano, vida Cotidiana) deixa os produtores de animes com tal termo sob efeito de “tóchicos” antes de criar os episódios. Dá mesma forma que o Nichijou da Kyoto Animation é dorgas, este da Sunrise é bem maluco também.

Apesar do anime ser centralizado nos três personagens principais, há outros personagens que valem ser citados como a garota que sempre está na beira do rio e adora escrever fanfics. Qualquer situação que propicie uma aproximação dela com um garoto já deixa a menina totalmente surtada imaginando que aquilo daria uma boa fanfic. O mais legal é que tenho exemplos de pessoas próximas que são do mesmo jeito, hahahaha!

O traço inicialmente me deixou meio "sei lá". Não é que ele seja feio até pq ele é bem legal, mas ele é diferente. Mas como não me importo com isso já que um dos meus mangás preferidos tem um dos traços mais horríveis da história (Initial D), considero esse traço meio "sei lá" de Daily Lives um atrativo a mais para assistir o anime. Tenho certeza que antes dos primeiros 10 minutos quem assistir Daily Lives já vai adorar o anime, que não é nem muito rápido e nem se arrasta, tendo um tempo certo para as piadas e também o pouco, porém necessário, desenvolvimento do enredo.

Pegue sua torrada, não se atrase para a escola e assista Daily Lives of High School Boys. Um anime que fala de tudo falando de nada e funciona muito bem como um comic relief dessa temporada.

Imagens do Episódio 1:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os cenários de Ano Natsu de Matteru na Vida Real

Olá pessoas, como estão?
Este post funcionará com um complemento ao review do primeiro episódio de Ano Natsu de Matteru. Como eu já havia adiantado no post de previews da temporada, Ano Natsu de Matteru seria um anime que provavelmente teria cenários reais como inspiração para os backgrounds da série. O engraçado é que eu não li nada sobre a produção da série antes dela estrear e usei apenas a minha intuição para saber, já que o anime é dos mesmos criadores de Onegai Teacher e esta é talvez uma das séries com mais referências a lugares do interior do Japão que já vi até hoje, logo, acreditei que Ano Natsu teria algo parecido. DITO E FEITO. Um dia depois da exibição do anime, os japoneses foram atrás das paisagens e conseguiram imagens de ângulos parecidos dos lugares que serviram como inspiração para os cenários do anime. Vejam que supimpa.


O lugar onde o anime se passa é uma cidade na província de Nagano, assim como Onegai Teacher. Como o Japão está no inverno, as paisagens podem até parecer meio “down” comparadas ao anime, mas ainda assim não deixa de ser interessante. Não é novidade nem inovação usar lugares reais como inspiração para cenários em produções animadas. Em Initial D, por exemplo, os produtores não só usam as paisagens para background, como as corridas são feitas nos verdadeiros traçados das estradas que cortam as montanhas japonesas. Esses exemplos influenciam a série de diversas maneiras. O turismo nestes locais costumam aumentar pela procura dos fãs em conhecer onde aquela série foi feita e também a promoção do próprio anime consegue ser maior. Exemplo disso é o fato de eu ter feito mais um post sobre Ano Natsu e o nosso amigo Qwerty do Nahel Argama ter decidido fazer um “week to week” com os episódios do anime. Fora todas as noticias, reviews, comentários e tweets sobre a produção no fandom pelo mundo. Podem ter certeza que pela repercução que o primeiro episódio teve até agora entre o público, este provavelmente não será o último post de Ano Natsu que você verá aqui no Mithril.

Agradecimentos especiais à Rê Shimura que sempre me ajuda em assuntos relacionados à lugares japoneses :)

Fonte das imagens: Yaraon Blog

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ano Natsu de Matteru #1

Olá pessoas, como estão?
Depois de dois dias sem postar sobre animes desta temporada, é hora de comentar mais um! Desta vez o anime que irei comentar aqui é com certeza um dos mais esperados por muita gente, pois é do mesmo diretor e do mesmo ilustrador de Onegai Teacher, anime de 2002 que fez e ainda faz um grande sucesso com o público fã de animes. A série em questão é Ano Natsu de Matteru e conta a história de um triângulo amoroso que irá se formar depois da chegada de uma misteriosa aluna transferida. O primeiro episódio foi bem legal, mas antes de comentar sobre o mesmo, preciso fazer uma homenagem.


Hoje, 10 de janeiro de 2012, data da estréia de Ano Natsu de Matteru, completam-se EXATOS 10 anos desde que Onegai Teacher estreou no Japão. O anime original do estúdio Daume estreou na Winter Season de 2002 no canal WOWOW e mesmo depois de tanto tempo ainda consegue ser lembrado por muita gente como um anime de romance escolar muito bonito e muito bem feito. Assisti Onegai Teacher em 2005, sendo ele o primeiro anime que assisti inteiramente pelo computador. Antes dele, só assistia via Cartoon Network, Locomotion ou por VHS de distros ou DVDs emprestados/comprados. Sendo assim, tenho um carinho absurdamente grande pela série e desde 2005 já assisti a mesma várias vezes. Considero Onegai Teacher um grande marco na minha “jornada” como adorador de cultura japonesa, pois ele não só foi o primeiro como também é um dos que eu mais gosto até hoje. Neste ano, como parte das comemorações do décimo aniversário, será lançado o Blu-ray  da série e com isso com certeza irei assisti-la de novo em 2012. Obrigado Daume, Yasunori Ide e “todos os envolvidos” por este anime incrível! #Onegai10th #Please10th

Pois bem, feita esta homenagem, voltemos a 2012 para comentar o anime que até agora é a melhor estréia da temporada pra mim. Symphogear é um caso a parte, claro.

Abertura: “sing’ – Ray





Ano Natsu de Matteru começa com praticamente O MESMO FRAME de Onegai Teacher e ao assistir a série neste primeiro momento senti como se estivesse vendo Onegai novamente. Logo nas primeiras cenas do anime vemos o protagonista Kaito Kirishima (que ano passado quando vi a única imagem promocional disponível jurava que era uma menina, lol) testando sua nova filmadora portátil em uma noite clara e de poucas nuvens em uma ponte até que o cara é surpreendido por um estranho fenômeno que acontece logo na sua frente. No dia seguinte, o mano vai pra escola normalmente e fica intrigado ao ver uma aluna transferida muito bonita que por algum motivo até então desconhecido faz com que Kaito tenha uma atração e queira conhecê-la, mesmo ele negando o fato. Com a ajuda de seus amigos, Kaito então conhece a garota, chamada Ichika Takatsuki (Haruka Tomatsu) e uma amiga dela de classe, Remon Yamano (dublada pela minha querida Yukari Tamura). Para este encontro entre eles ter uma explicação, seu amigo Tetsuro usa o fato de que Kaito está planejando fazer um filme para convidar as garotas a participarem da produção. Ichika, a aluna transferida, aceita o convite e Remon aproveita para entrar também. Até ai, Kaito e Ichika ainda não haviam sido oficialmente apresentados um ao outro, tendo sido este apenas o primeiro contato entre os dois. Rápido, mas importante e que ao longo do episódio se desenvolve de forma meio doida, mas ainda assim incrivelmente natural levando em conta as circunstâncias da série.

Este tipo de narrativa e enredo não são surpresa pra ninguém podendo citar aqui de novo, Onegai Teacher. Em Ano Natsu, apesar de ter aquela típica história de amor entre o protagonista e a aluna transferida, consigo ver uma diferença significativa que a aproxima ainda mais da série de 2002 e que faz toda a diferença: A execução. O ritmo da série neste primeiro episódio não é lento, conseguindo se mantiver na medida certa para atrair o público com clareza e mostrando muito bem o que pretende. Somado a qualidade técnica de uma animação muito bem feita com movimentos simples, porém precisos e um cenário que enche os olhos, consegui me sentir bastante a vontade assistindo este episódio. Os 23 minutos do mesmo passaram voando, típica impressão que se tem quando uma coisa é tão boa e você está tão imerso que quando percebe já está vendo as letras dos créditos.

Encerramento: “Vidro Moyou” – Nagi Yanagi





Apesar do estúdio desta vez não ser o Daume mas sim o J.C.STAFF, o pessoal da “Equipe do João Carlos” mesmo com tantos animes sendo lançados por temporada, conseguem dar uma atenção diferenciada para cada um deles muito interessante, o que mostra que além do estúdio ter grana pra bancar cada uma destas várias series na temporada, tem uma equipe competente para administrar cada uma delas. Óbvio que nem tudo o que sai do estúdio é bom, claro, mas vejo em Ano Natsu uma preocupação visual e de enredo que pelo menos até agora dos animes que assisti nesta season não vi em nenhum.

Os personagens de Ano Natsu conseguem já de cara ganhar o carisma do publico. Seja o protagonista que é meio maluco, mas percebe-se que é um adolescente sensato, seja pela aluna transferida meio boba e com seus segredos ou então pela Remon, que assim como a Morino de Onegai Teacher (que também era dublada pela Yukari Tamura!), tem uma personalidade meio fechada, mas ainda assim amigável. Em uma cena de Ano Natsu, aliás, é possível perceber uma referência que chega a ser mais clara que água à Morino feita pela Remon, como se os produtores quisessem te induzir a pensar que as duas personagens têm uma ligação, pois a Remon faz um movimento que era característico da personagem anterior.

Mesmo com tantas referências à Onegai Teacher, acredito que Ano Natsu tem um potencial absurdamente grande para seguir o seu próprio caminho e não viver como uma sombra que homenageia a série anterior. As vezes não é nem bem uma homenagem, mas um sentimento que faz você estar familiarizado com aquilo que está assistindo. Sabem aquele meme “Not sure if...” que usa o personagem Fry da série Futurama? Então, Ano Natsu é quase um “Not sure if tribute or only things of my head”. De qualquer forma, como falei no preview, este será o Chihayafuru da temporada no sentido de mais comentado, pois o potencial da série para isso é muito grande seja pelo o que envolve a mesma ou pelo enredo que pode arrancar aquele sorriso de satisfação em quem assiste.

Imagens do Episódio:

sábado, 7 de janeiro de 2012

Senhime Zesshou Symphogear #1

Olá pessoas, como estão?
Finalmente o anime mais esperado por este que vos escreve estreou nesta temporada. Falo da primeira grande produção do novato estúdio Encourage Films e que mistura ação, aventura, idols e surtos em um único anime: Senhime Zesshou Symphogear, a primeira série da Mizuki Nana em 2012! Sendo este anime uma série original, pouquíssimas informações estavam disponíveis antes do seu lançamento tendo se resumido basicamente a um anime de aventura onde uma dupla de idols lutaria contra monstros que ameaçam a paz na Terra. Muita gente ficou na duvida se a série seria boa principalmente tendo um plot que apesar de incomum, poderia ser facilmente reduzido a algum clichê. O primeiro episódio estreou nesta sexta-feira e acredito que foi uma bela surpresa. Será que o anime tem potencial ou dele só irei retirar o fato da Nana ter lançado um novo Single? VEM COMIGO QUE TE EXPLICO, CHAMPES!!!

Abertura: “Synchrogazer” – Mizuki Nana
(O vídeo abaixo é o PV da música já que o anime não teve abertura no Ep. 1)


Senhime Zesshou Symphogear começa nos mostrando uma garota lamentando a morte de uma amiga deixando quem assiste com a pergunta do que havia acontecido com aquela garota, comofass//. A partir daí vamos a um flashback voltando 2 anos antes dos acontecimentos da série e neste flashback temos o primeiro contato com a personagem que será o ponto chave no anime, Hibiki Tachibana. Ela é uma garota simples e tranquila que após o convite de uma amiga, decide ir junto da mesma a um show de uma dupla de idols chamada Zwei Wing. Por problemas pessoas a amiga de Hibiki não comparece ao show e a menina acaba assistindo a apresentação sozinha ficando maravilhada com o espetáculo. O show das Zwei Wing estava correndo perfeitamente como o planejado até ser interrompido por uma grande explosão que revela monstros chamados Noise, criaturas sem forma definida que por algum motivo ainda desconhecidos atacam seres humanos. As duas cantoras do Zwei Wing, Tsubasa Kazanari (Mizuki Nana) e Kanade Amou (Minami Takayama) para salvar o publico presente no show decidem usar seus poderes especiais de idol (lmao) em uma transformação digna de Lyrical Nanoha para combater os Noise. Kanade, para salvar Hibiki que estava em perigo, acaba usando um golpe especial que iria lhe custar caro, mas que mudaria o rumo da história e também o de Hibiki no futuro.

Com uma mistura de diversos elementos que potencialmente podem fazer sucesso com o público, o primeiro episódio de Symphogear tem uma animação muito boa para um estúdio que está começando agora. Levando em conta a parte técnica, temos como estúdio assistente o Satelight, maior, com possivelmente mais recursos e que já tem fama em pós-produções. A grande parte animada importante do anime é indescultivelmente o show do Zwei Wing. Não é nada comparado ao que se viu em THE IDOLM@STER, por exemplo, mas também não é tão tenso quanto o que se viu em DOG DAYS. Foi legal, foi bonito e foi bem feito. As lutas na série também não tem segredo nenhum, mas tem surpresas que com certeza algum fã de Nanoha iria notar logo de cara. A semelhança dos movimentos e do dinamismo da batalha lembra DEMAIS, _DEMAIS_ Nanoha StrikerS. É impossível não lembrar de algumas coisas vendo o primeiro episódio de Symphogear e acredito que se não foi proposital, com certeza tomaram algo nesse sentido como base.

O episódio é meio confuso no começo, mas não por não saber onde quer chegar mas pela quebra entre passado e presente de forma que nem um nem outro conseguem se explicar muito bem onde há o ponto onde tem uma ligação. Com o passar do episódio você meio que começa a sacar qual a idéia que a série quer transmitir até chegar a seu clímax e quebrar mais uma vez o ritmo, porém desta vez em prol do incrível plot twist que o episódio proporciona. É uma surpresa, pois mesmo eu estando animado para a série e as expectativas para a mesma estiverem boas, não pensei que fosse gostar tanto quanto outros animes da Nana. Talvez o fato de ser uma série original tenha ajudado um pouco nisso, mas depois de um primeiro episódio tão legal e que fez o principal de tudo, ME ENTRETEU, não tenho o porquê de não continuar assistindo. Os haters que me desculpem, mas Symphogear pode, se continuar de onde parou mantendo uma crescente em seu enredo, ser uma das surpresas da temporada.

A trilha sonora, ÓBVIO, é linda né amigo, RIARIARIARIAR. Com um episódio inicial que mesmo não tendo abertura regular, mas tem 4 insert songs, conseguiram me fazer acreditar que o anime REALMENTE é uma série “de ação musical”. E pra vocês verem, quando vi que a Nana e a Minami iam lançar um single em conjunto pra série cheguei a ficar em dúvidas se compraria ou não, mas depois de ouvir as músicas deste episódio, principalmente a que elas cantam juntas no show, JÁ FIZ A PRE-ORDER HOJE MESMO MEU AMIGO. Ai vão falar: “mas a industria hoje em dia está uma merda, não há profundidade em suas produções, não há sentido em seus enredos, é tudo em prol dos produtos relacionados a série DERP DERP DERP”... ai eu respondo: E QUANDO NÃO FOI, CARALHA? Detalhe que a série não esconde isso, sendo que até as personagens consomem coisas presentes na mesma, hohoho!

Fiquei extremamente satisfeito com o que vi neste primeiro episódio e acredito que a série tem potencial para se tornar algo muito bom. Claro que ainda faltam muitas coisas que a série precisaria melhorar, mas se seguir o caminho trilhado neste inicio com certeza vou me divertir absurdos assistindo. Dos três animes que vi até agora, este primeiro episódio de Symphogear foi o que mais me agradou. Claro que ainda faltam vários para assistir e a temporada só está começando, mas pra um anime que praticamente ninguém esperava nada, até que ele se saiu muito bem. Haters gonna hate pois o surto é garantido ;)

Imagens do Episódio:
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